quinta-feira, 17 de maio de 2012

DESIGN: FATOR DETERMINANTE NA COMPRA DE UM CARRO

Você compraria um carro pelo design? Ou motor, segurança e pós-venda são a prioridade antes de fechar um negócio?

Segundo o especialista Ricardo Pimenta, coordenador do Curso de Transportation Design do IED Brasil, o brasileiro em geral dá mais importância para as formas do carro do que para o seu conteúdo. 

Alguns recentes lançamentos mostram que esta é uma aposta das montadoras para cativar o público. Modelos como o Hyundai Veloster, Peugeot RCZ, Kia Soul e Range Rover Evoque atraem olhares em qualquer lugar. 

Fonte:Quatro Rodas


Confira no vídeo abaixo:onfira no vídeo abaixo

ANTE NA COFfMPRA DE UM CARRO

Chevrolet Spin automática é flagrada em São Paulo



A quantidade de protótipos rodando diariamente pelas ruas de São Paulo indica a proximidade do lançamento da Chevrolet Spin. Projetada para substituir Meriva e Zafira de uma vez só, a minivan será oferecida em versões com cinco ou sete lugares, adotando a mesma estratégia da Nissan com Livina e Grand Livina.
Embora pouco detalhes sejam conhecidos a respeito da minivan, sabe-se que a versão topo-de-linha usará o motor 1.8 Econo.Flex, que também será usado no Cobalt. Com este novo propulsor estará o câmbio automático de seis marchas, aproveitado do sedã Cruze, como revela a imagem de abertura desta notícia.
A versão de entrada, com capacidade para cinco passageiros, terá o mesmo motor 1.4 usado em modelos como Agile e Cobalt. Nesta configuração, o comprador poderá comprar a minivan somente com câmbio manual de cinco marchas.

Kia Sorento com kit multimídia chega por R$ 103.900


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As concessionárias abriram as portas para o Kia Sorento, que agora vem equipado com um kit multimídia. O GPS passa a fazer parte do sistema de som, com entrada para USB e para iPod. O motorista que quiser falar ao celular pode fazer uso do sistema Bluetooth com controle de chamada no volante. O painel, que monitora atividades como calculadora e conversor de moedas, tem touch screen. Outra mudança é a câmera de ré: as imagens, que antes eram exibidas no espelho retrovisor, passam a ser mostradas nessa mesma tela. É possível  ainda levar mais seis pessoas para passear. Mas a mudanças têm seu preço, e o utilitário esportivo ficou mais caro: o preço sugerido é de R$ 130.900.

A única versão do Sorento que recebeu o kit multimídia é a identificada pelas lojas como 658, a topo de linha, que traz motor 3.5 litros V6 a gasolina, com potência de 278 cavalos a 6.300 rpm. O câmbio automático de seis velocidades e a tração 4x4 complementam o modelo. O Car And Driver encontrou à venda, com mais facilidade, a cor branca, mas os veículos também estão disponíveis em preto, prata e cinza.

Kia

quarta-feira, 16 de maio de 2012

"Ford touch"

 A Ford lançou um Hotsite para o  Edge,e nesse site voce faz tudo com o comando de voz ou tocando na tela,obviamente o site fala sobre o carro.http://www.edgetouch.com.br/?utm_source=Quatro_Rodas_Home_Page&utm_medium=Retangulo&utm_campaign=Quatro_Rodas_Home_Page_Retangulo_Edge&utm_conten  Sim o link é enorme mas o site é muito legal

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Jogo rápido J5 VS Cerato


ZAROTTO
 
Kia Cerato (R$ 53.635)XJAC J5 (R$ 53.800)
Conjunto do Kia é superior: motor 1.6 de 126 cv aliado ao câmbio manual de seis marchas faz dele o melhor em desempenho: vai de 0 a 100 km/h em 11,7 s. Consumo médio é de 12 km/l.DESEMPENHO E CONSUMOCom motor de menor cilindrada (1.5 de 125 cv) e câmbio manual de cinco marchas, o J5 é pior em aceleração (0 a 100 km/h em 14,4 s). Faz 9,8 km/l na cidade, contra 9,2 km/l do Kia.
Câmbio de seis marchas deixa Kia ainda mais agradável de dirigir: trocas são macias e curtinhas, e o giro baixo do motor em sexta torna a condução silenciosa. Suspensão é confortável.AO VOLANTESuspensão está mais firme para o Brasil, segundo a JAC. É silenciosa, mas ao passar por uma lombada ouve-se uma forte batida. Motor é ágil na cidade, mas sofre em subidas íngremes.
Basta entrar no Cerato para notar a diferença em relação ao JAC: materiais e quadro de instrumentos são mais refinados, assim como acabamento no painel, apesar dos plásticos.QUALIDADE E ACABAMENTOVolante lembra modelos da década de 90 e peças aparentam mais fragilidade que no coreano. Sistema de som tem ajustes pouco acertados: nível de volume oscila exageradamente.
Nessa versão de entrada o Kia vem de série apenas com airbag duplo. Freios ABS só na versão de R$ 60.135, mais equipada. Os pneus são 195/65 R15 ou 205/55 R16 opcionais.SEGURANÇAPacote de airbag duplo e freios ABS com EBD é oferecido de série, abrindo a vantagem para o J5 nesse quesito. Rodas são aro 16 com pneus 205/55 (215/45 R17 é opcional).
Dois adultos e uma criança viajam com conforto no banco de trás. Porta-malas é maior que o JAC: tem capacidade para 477 litros, segundo medições de Autoesporte, contra 428 l do rival.ESPAÇOJAC perde no bagageiro, mas ganha em espaço para passageiros, favorecido pelas dimensões mais generosas: é mais comprido e tem entre-eixos de 2,71 m (2,65 m no Cerato).
Computador de bordo, direção elétrica e ar-condicionado são de série, assim como os vidros elétricos. Sistema de som é mais moderno: tem entrada auxiliar, USB e controles no volante.EQUIPAMENTOAlém dos itens oferecidos no Cerato, J5 ainda oferece seis alto-falantes (quatro no Kia), sensor de estacionamento traseiro e faróis de neblina. Bancos de couro são opcionais (R$ 1.600)
Tem garantia menor (5 anos) e manutenção mais cara, com revisões sem preço fixo. Mas a marca coreana conseguiu driblar o efeito IPI, mantendo essa versão por preço competitivo.PREÇO E MANUTENÇÃORevisão da JAC tem preço fixo, segundo a marca, e garantia é a mais ampla do mercado (6 anos). Com opcionais, preço chega a R$ 58.080, enquanto Kia completo custa R$ 60.135.
 - Mais agradável de dirigir, Cerato tem melhor desempenho, construção e acabamento.RESULTADO2º - O chinês é bem equipado e honesto. Mas ainda falta muito para alcançar o padrão dos coreanos.

Captiva 2012 mais recheado


DA REDAÇÃO
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Linha 2012 do Chevrolet Captiva melhorou relação custo/benefício, principalmente na versão de entrada
O segmento de utilitários esportivos médios começou 2012 agitado, com a estreia da nova geração do Honda CR-V e os lançamentos das versões flex de Hyundai ix35 e Kia Sportage. Atenta às investidas, a General Motors do Brasil viu que era hora de se mexer, e anunciou nesta terça-feira (8) a chegada da linha 2012 do Chevrolet Captiva. Após receber diversas mudanças na linha 2011, o crossover mexicano agora teve sua lista de equipamentos encorpada.

A maior mudança está na versão de entrada Ecotec, equipada com o bloco 2.4 litros a gasolina de 185 cv e 23,8 kgfm de torque. Oferecida por R$ 87.900, a configuração passa a vir de fábrica com ar-condicionado automático digital, partida remota do motor pela chave ("Remote Start"), regulagens elétricas para o banco do motorista, sistema de aquecimento dos assentos dianteiros, iluminação nos para-sóis e desembaçador dos retrovisores externos.

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Todas as versões do Captiva vêm com bancos forrados em couro e sistema de som com ampla conectividade
Já na Captiva equipada com o bloco 3.0 V6, a GM adicionou apenas um equipamento, que é exclusivo da versão com tração integral AWD: o teto solar com acionamento elétrico. No modelo de tração apenas dianteira, não há qualquer mudança. O motorzão V6 produz 268 cv de potência e um torque vigoroso de 30,6 kgfm. A transmissão automática sequencial de seis marchas é padrão em todas as versões do utilitário esportivo importado do México.

Abaixo os novos preços das três versões da Chevrolet Captiva à venda no Brasil:

Chevrolet Captiva Sport 2.4 Ecotec – R$ 87.900
Chevrolet Captiva Sport V6 – R$ 94.600
Chevrolet Captiva Sport V6 AWD – R$ 99.900

Opcionais valorizam a revenda


Ar-condicionado, 3000 reais. Direção hidráulica, 1100 reais. Vidros e travas elétricos, 2000 reais. Vender o seu seminovo rapidamente por valor acima da média de mercado: não tem preço. Parece comercial de um cartão de crédito, mas é a mais pura realidade. O exemplo acima foi retirado de preços reais praticados na compra de um hatch compacto zero. Tudo bem que não são valores baixos, mas eles podem ser diluídos nas prestações de um financiamento e impedir que no futuro você fique com um mico nas mãos.

Foi o que aconteceu com o representante comercial Eduardo Paulo da Silva, 34 anos, dono de um Palio 1.0 2007. Embora a tabela da Fipe indique que ele custa 22 330 reais, quando foi contatado pela QUATRO RODAS, o proprietário teve de baixá-lo para 10 000 reais para conseguir vendê-lo. O motivo: a falta de ar-condicionado. "Quando comprei o carro, achei que estava fazendo um grande negócio, pois deixei de desembolsar 4000 reais ao dispensar o ar. Mas agora estou penando para vender", diz Silva. "As pessoas não costumam dizer que não estão mais interessadas por causa da falta do equipamento. Mas é comum reagirem um pouco decepcionadas, dizendo: ‘Ah, não tem ar?’."

Faz tempo que a máxima de que carro é investimento deixou de ser verdade. De fato, logo que um automóvel sai da concessionária, ele sofre sua mais acentuada desvalorização, algo entre 15% e 25%, o que pode representar 17 500 reais em um sedã de 70 000 reais, por exemplo.

Bom hoje, ruim amanhã Além disso, é comum opcionais ou acessórios adquiridos no ato da compra do veículo não serem valorizados no momento da revenda. Mas o que ocorre na prática é que um veículo com os equipamentos mais requisitados costuma ganhar em liquidez, ou seja, aumentar a velocidade da revenda.

Ao investir na compra de um automóvel novo, portanto, pense que o que é bom para o conforto do motorista pode ser ótimo para a liquidez do seu carro. Os itens mais valorizados pelo mercado são ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, seguidos por um bom equipamento de som - de preferência não só um MP3 player, mas também com entrada auxiliar e USB. Em um segundo patamar, infelizmente, vêm freios ABS e airbag. No terceiro escalão entram bancos de couro, assento do motorista com regulagem de altura, piloto automático, rodas de liga leve e sensores de estacionamento. Se todos vierem já instalados de fábrica, melhor ainda.

O importante é saber que, ao negociar, o vendedor precisa ter bastante paciência. Afinal, tudo o que foi apontado como uma maravilha no momento da compra do veículo zero será desdenhado por quem quiser comprar seu seminovo. Faz parte do jogo. Por isso é importante fazer a escolha certa ao optar ou não pelos opcionais, para afugentar um mico no futuro.

Combinações bizarras Uma maneira de eliminar esses riscos é evitar a compra de um básico com alguns dos opcionais. O ideal é tentar sempre partir para uma versão superior que já venha com esses equipamentos como itens de série. Dessa maneira você tem um carro mais equipado e não perde dinheiro. O problema é que o preço de compra desse modelo será mais puxado.

Se o orçamento está curto e você percebeu que não tem como investir numa versão intermediária, nesse caso tome cuidado para não fazer combinações de equipamentos que sejam uma futura dor de cabeça. Por exemplo, montar um sedã com ar-condicionado, vidros elétricos e sem direção hidráulica. Ou colocar ABS e airbag e deixar de lado um trio elétrico. Configurações raras são garantia de problemas no momento da revenda.

Para ajudá-lo a decidir pela compra dos equipamentos, vale lembrar que modelos das montadoras mais tradicionais (Fiat, Volkswagen, GM e Ford) costumam ter mais flexibilidade na hora de oferecer pacotes de opcionais, enquanto as instaladas mais recentemente no país trazem carros com menos versões e poucos opcionais, com pacotes mais fechados.


SEGURANÇA BARATA


Para quem sempre investiu na segurança,o cenário está mudando - para melhor. No passado, só era possível comparar airbag e ABS adquirindo versões topo de linha ou caros pacotes de opcionais com equipamentos que nem sempre interessavam, como sistema de som ou teto solar. Hoje os dois são oferecidos como opcionais que podem ser comprados separadamente em boa parte das montadoras. O único problema é que o comprador deve controlar seu impulso consumista e fazer um pedido específico à fábrica, pois nem sempre eles estão disponíveis para pronta-entrega.

Se, no passado, ABS e airbag duplo eram caríssimos, atualmente os preços são acessíveis. Na Fiat, por exemplo, é possível pagar 2 500 reais pelo conjunto colocado num Palio. Essa mudança de comportamento de mercado está alinhada com a nova legislação, que obriga que todos os carros fabricados a partir de janeiro de 2014 deverão sair de fábrica com os dois equipamentos. É por isso que algumas montadoras já começaram a se preparar. É o caso da Volks, que em 2010 passou a oferecer ambos como itens de série em algumas versões de Fox, CrossFox e Golf sem aumentar o preço de tabela.