sábado, 17 de março de 2012


Hyundai revela visual do novo Santa Fe
Nova geração do utilitário esportivo será lançada em abril

Hyundai
Visual do novo Santa Fe marca início de estilo agressivo para utilitários esportivos da marca
A Hyundai revelou hoje para o mundo as primeiras imagens oficiais da nova geração do Santa Fe. O utilitário esportivo será lançado oficialmente em abril, no Salão de Nova York, e adotará pela primeira vez o estilo de "escultura fluida", adotado nos lançamentos da marca coreana desde o início de 2011. Ainda assim, o design adotado pelo Santa Fe é próprio, e foi batizado pela Hyundai como "Storm Edge", em referência à sua agressividade, marcada pela grade hexagonal composta por barras horizontais grossas, kit externo em duas cores e conjunto de luzes dianteiro distanciados.
Segundo a marca, o estilo dará ao Santa Fe uma sensação ainda maior de sofisticação, e indica qual será o caminho adotado por todos os SUVs em sua linha. As informações sobre mecânica e motorização não foram divulgadas ainda pela empresa.
Hyundai

Novo EcoSport em detalhes



Fabio Aro
Faróis e grade do novo EcoSport foram inspirados no Ford Territory australiano
O ano começou agitado na Ford. Logo no dia 4 de janeiro, a marca reuniu a imprensa em Brasília (DF) para apresentar sua grande atração de 2012: a geração global do EcoSport. A data não foi escolhida à toa, pois coincidia com a primeira aparição pública do modelo, no Salão de Nova Délhi, na Índia, onde o jipinho também será vendido em breve. Menos de uma semana depois, numa manhã chuvosa, era nossa vez de conhecer o Ecomais intimamente. E agora revelamos todos os detalhes que a Ford não contou na coletiva.
Mesmo depois de apresentado ao mundo, o protótipo do Eco está guardado a sete chaves. Nosso encontro ocorreu numa ala da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), onde o modelo estava coberto por três capas no momento em que chegamos. Ao retirar as coberturas, a surpresa. Eu já havia visto o jipinho em fotos, mas ao vivo a impressão é ainda melhor. E olha que estamos diante da versão final, basicamente. “Apenas os faróis terão desenho interno mais simples, sem o uso de leds como no conceito”, afirma João Marcos Ramos, designer-chefe do estúdio brasileiro da Ford. Em relação ao modelo que deixa de ser produzido em fevereiro, o novo EcoSportchama atenção pelo aspecto bem mais agressivo. A dianteira com o “bocão” de filetes cromados e os faróis estreitos chega a lembrar a do Land Rover Range Rover Evoque. Também se destacam as laterais com “ombros” bem definidos e a coluna traseira preta, que faz o vidro lateral parecer integrado ao traseiro.
Fabio Aro
O novo Eco parece maior nas fotos do que realmente é. Na fita métrica, o conceito revelou medidas próximas às do modelo original
Aliás, a coluna “oculta” é um recurso que faz ligação com a primeira geração do jipinho, assim como o estepe na tampa traseira, que gerou polêmica durante o projeto. O chefe global de design do grupo Ford, J. Mays, defendia que o pneu sobressalente exposto era uma solução antiquada, mas a voz do povo venceu a disputa: o estepe externo foi mantido depois que as clínicas com consumidores brasileiros apontaram que o item era fundamental para dar “identidade off-road” ao carro. Por falar em clínicas, o designer Marcos Ramos revela que o EcoSportfoi o modelo mais bem avaliado da história da Ford nesse tipo de pesquisa com potenciais clientes. Sem dúvida, um motivo de orgulho para os 83 designers do estúdio de Camaçari (BA). A fábrica baiana, inclusive, terá a primazia de produzir o novo EcoSport, antes do restante do mundo.
Ford
Luz de ré do conceito é única e fica em posição baixa
Ainda sobre a questão do estepe, como ficou a segurança nos crash tests? Segundo a Ford, o Eco global atende a todos os requisitos dos testes de impacto internacionais, ou seja, a marca garante que o estepe saliente não será problema em caso de colisão traseira. E a segurança do modelo também virá dos novos equipamentos: assim como o New Fiesta, do qual herda a plataforma, o EcoSport terá freios ABS e até sete airbags nas versões mais caras, sem falar do ESP. Outro recurso vindo do New Fiesta será o sistema Sync de entretenimento, que “conversa” com celulares e traz entrada para iPod.
O mocape dessas fotos ainda não tem interior – é um modelo feito de uma espécie de isopor industrial, bastante rígido. Mas espere algo na linha do B-Max europeu, a versão minivan do New Fiesta, tanto no painel quanto no desenho das laterais de portas. “O painel traz elementos do Fiesta, mas tem personalidade própria”, antecipa Ramos. Outro cuidado especial do projeto se refere ao acabamento, o principal ponto fraco da primeira geração do Eco. “A qualidade de construção dará um grande salto”, diz outra fonte da marca.
Fabio Aro
Faróis terão parte interna mais simples, sem os leds do protótipo das fotos
A Ford não revelou nada sobre dimensões, mas aproveitamos a sessão de fotos para, discretamente, tirar as medidas do novo Eco. E o que constatamos foi que o porte em geral será muito próximo ao do modelo anterior: o entre-eixos manteve os 2,49 m, enquanto a largura aumentou para 1,75 m (contra 1,73 m) e a altura baixou de 1,68 m para 1,65 m (com rack), o que evidencia o aspecto mais esportivo da nova geração. Curiosamente, o comprimento também se revelou menor (4,17 m contra 4,23 m), mas pode ser que o protótipo não tenha exatamente a mesma proporção do carro de produção. Portanto, é algo que vamos ter de esperar para confirmar na ocasião do lançamento. O que podemos adiantar é que as rodas do conceito são aro 17, com pneus Michelin 205/55 R17.
Fabio Aro
Abertura do porta-malas fica embutida na lanterna. Tampa manterá abertura lateral para a esquerda
O lançamento está previsto para junho, logo após o da nova Ranger, marcado para maio. O jipinho chegará com motores flex 1.6 16V Sigma (115 cv) e 2.0 16V Duratec (148 cv) – o propulsor 1.0 Ecoboost, que será usado em alguns mercados, sofreria aqui com a má impressão deixada pelo 1.0 Supercharger dos primeiros EcoSport, conta um informante da Ford. As versões de acabamento são conhecidas: XLS (1.6) e XLT (1.6 e 2.0), além da 4WD, com tração integral. Diferentemente dos modelos de tração dianteira (com suspensão por eixo de torção na traseira), os 4x4 terão suspensão multibraço atrás. As versões automáticas (somente 2.0) deverão usar o mesmo câmbio de quatro marchas do modelo atual, pois a Ford ainda não teve tempo de desenvolver a transmissão Powershift de seis velocidades e dupla embreagem para o novo EcoSport brasileiro.
Fabio Aro
Interior seguirá o conceito do B-Max (foto), versão minivan do Fiesta na Europa
Ainda é cedo para falar sobre preços, mas pesquisas com concessionários e fontes ligadas à Ford indicam valores a partir de R$ 55 mil, logo acima da versão completa do New Fiesta – e mais caro que o principal concorrente,Renault Duster. Já o Eco topo de linha deve beirar os R$ 80 mil, entrando na briga com rivais importados comoHonda CR-VHyundai ix35 e Kia Sportage. Se depender do design e da promessa de construção esmerada, o novo EcoSport tem tudo para seguir a trilha de sucesso do antecessor. É só não salgar demais a conta.
http://www.youtube.com/watch?v=53IayosXwkA&feature=player_embedded

Volvo V40 estreia inétido airbag para pedestres


Volvo V40 estreia inédito airbag para pedestres
Bolsa inflável fica sob o alto do capô e se expande na direção do para-brisa

DA REDAÇÃO
   Divulgação
Novo Volvo V40 estreia o inédito sistema de airbag para proteger pedestres em atropelamentos
   Divulgação
Volvo revelou essa semana, no Salão de Genebra(Suíça), sua última (e revolucionária) criação para a segurança veícular. Depois do pioneirismo com sistemas autônomos que freiam os carros, agora a montadora sueca apresentou o primeiro airbag para pedestres da indústria automobilística. A bolsa inflável (na imagem ao lado) fica no alto do capô e, quando inflada, invade o para-brisa – o capô também se ergue, para amortecer o corpo.

Segundo a fabricante, a abertura do capô seguid da explosão da bolsa acontece milisegundos antes do atropelamento acontecer. Sensores de presença instalados na grade frontal calculam o momento exato do acionamento. O inédito recurso estreia no hatch de luxoV40, lançado na mostra suíça para concorrer com os alemães Audi A3BMW Série 1 e Mercedes-Benz Classe A. As vendas do modelo começam em breve.

V40, aliás, surge como o carro mais sofisticado em termos tecnológicos da Volvo na atualidade. Além do airbag para pedestres, o modelo também conta com uma versão aprimorada do City Safety e do detector de pedestres (Pedestrian Detection), sistema que monitora os obstáculos à frente e aciona os freios sozinho, para evitar ou minimizar colisões. Agora, em vez de 30 km/h, o recurso funciona a velocidades de até 50 km/h.



   Divulgação
Volvo V40 deve chegar às lojas europeias ainda no primeiro semestre e pode pintar no Brasil até o fim do ano

Novo Renault Sandero Stepway Ripcurl



   Divulgação
Série especial Sandero Stepway Rip Curl chega às lojas por R$ 43.990 e estreia cor branca exclusiva
A Renault fez como a Peugeot(Peugeot Quixsilver)é uma linha que juntam marcas de carro com marcas de surf,a diferencia?As vezes ele contem alguns itens como no Peugeot no porta-malas pussue uma "bombinha" de água para lavar os pés
O modelo mantém a suspensão elevada em 50 mm, mas abandonou o aerofólio do Stepway “normal”. Por fora, as barras longitudinais do teto são pintadas em cinza escuro (inox), mesma cor aplicada às maçanetas das portas, à capa dos espelhos laterais e às rodas de liga leve de 16 polegadas. Faróis e lanternas mantém as máscaras negras e as portas dianteiras carregam, na parte interna, o nome e a logomarca da Rip Curl

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Novo Fiat Siena!!!




Marlos Ney Vidal
Detalhes cromados e dianteira com desenho próprio afastam novo Siena da linha Palio
Não há mais nada a esconder. Esse é o visual do novo Fiat Siena, clicado sem disfarces por Marlos Ney Vidal, em Minas Gerais. O lançamento oficial está marcado para início de abril, e a marca já abandonou os disfarces. Conforme Autoesporte já havia adiantado há vários meses, o sedã adotou um visual que traz detalhes da nova linha Palio, mas carrega características próprias, especialmente na dianteira, onde as lanternas e grade transmitem um visual mais próximo dos modelos topo de linha da marca.
Na traseira, um detalhe cromado na tampa do porta-malas acompanha os nomes do modelo e da versão, e um recorte para a placa na seção inferior do para-choques ajuda a marcar a aparência do sedã. Nas colunas traseiras, nota-se a inscrição "Grand", que diferenciará o novo modelo da versão atual. No interior, tudo ficará muito mais parecido com o irmão Paliocomo já mostramos há algumas semanas. Mas o novo sedã não terá motor 1.0, ao contrário do hatch. Ficará apenas com os propulsores 1.4 de 88 cv e 1.6 de 117 cv. O porte do modelo é superior ao do atual, o que o aproxima muito do Linea.
Já o Siena atual continuará à venda, com uma leve reestilização e oferecido como uma versão de entrada, a EL, com motor 1.0, em substituição ao Siena Fire. Autoesporte apurou as vendas das últimas unidades da atual geração do sedã: confira como estão os descontos.
Marlos Ney Vidal

esta quinta-feira (15), representantes de Brasil e México definiram novas regras para o acordo de livre-comércio de veículos entre os países, vigente desde 2002. Segunto texto publicado no site do Ministério da Economia do México, a chefe das Relações Exteriores, Patrícia Espinosa, e o ministro brasileiro, Antonio Patriota, assinaram acordo que cria um regime temporário com cotas limites para as exportações nos próximos três anos. 

Em 2012, o México poderá enviar US$ 1,45 bilhão em veículos ao Brasil, teto que subirá a US$ 1,56 bilhão em 2013, e a US$ 1,64 bilhão em 2014. Após esse período, o acordo de livre-comércio volta a ser como antes, sem limite (em cifras) para o volume de exportações. A revisão do acordo também incluiu um percentual mínimo de conteúdo regional de 30% no primeiro ano, 35% nos três anos seguintes, e 40% no quinto ano (2016). 

E para estreitar os laços entre países, ficou definido ainda que serão realizadas missões empresariais no primeiro semestre de 2012, para fortalecer o comércio bilateral do setor automobilístico. O acordo que isenta os carros mexicanos da taxa de importação de 35% estava sob risco desde fevereiro, por causa do desequilíbrio na balança. Caso isso acontecesse, os modelos fabricados no país seriam sobretaxados com o novo IPI.


Editora Globo
O hatch compacto Nissan March (foto) é o modelo mexicano mais vendido no Brasil neste início de ano
Entenda a crise do acordo 

Pela primeira vez em mais de dez anos, a balança comercial ficou desfavorável ao Brasil, o que motivou o governo federal a negociar mudanças nas regras. Os números de importações de automóveis e peças do México em 2011 impressionam: foram enviados mais de US$ 2 bilhões ao mercado brasileiro. Em 2012, pelas novas regras, esse valor não poderá superar o teto de US$ 1,45 bilhão – o que afetará a cota de alguns modelos. 

Segundo Stephan Keese, consultor da Roland Berger Strategy Consultants especialista no segmento automotivo, para as montadoras vale mais instalar uma fábrica central que exporte aos países vizinhos, a ter diversas unidades locais. No caso da América Latina, muitas viram o México como uma opção melhor que o Brasil por diversos motivos, entre eles a proximidade do gigante e consumista mercado norte-americano. 

Outro motivo tem ligação com um estudo sobre a chance de rentabilidade de uma fábrica de veículos no Brasil. A taxa mínima de produção para garantir sua rentabilidade seria de cerca de 100.000 unidades/ano. Contudo, o estudo mostrou que o mercado brasileiro absorveria apenas 30% desse índice, dependendo do modelo. “A balança tem, claramente, uma preferência pelo México”, pontua Keese.